domingo, 9 de dezembro de 2007

Peor que KUKUMUKU en su cumpleaños!! LOLOL


Ola, ola!

Ora aqui vai mais uma tentativa de escrita filosófica.

Alguns dias passados desde a última tentativa e após um sério fim-de-semana, que, irremediavelmente, diminui a quantidade de dias que me restam por estas terras e também me deixam menos tempo até à próxima destruição em massa anunciada para o dia 13 de Dezembro e circundantes, ora que apresento aqui mais uma personagem, de seu nome Isaac e que é natural d'uma terra perto da linda BARCELONA!

Mais alguns dias, as aventuras de sempre, que, insistentemente, teimam em ser sempre do mais caricato que já vi em toda a minha vida, e por entre sopas de eucalipto e cervejas congeladas, lá que surge aquele pequenino sentimento, remoto numa alma ébria, de saudades, de quem por esta altura já se estaria a preparar para uma noitada daquelas que somente alguns a conseguem fazer.

Já adquiri um armazém, que ao que parece tem espaço de sobra, o que neste momento é bom olhando ao facto que tenhu de ter algum sitio pra arrumar as cartas.
Sim essas cartas de que estivemos a falar! Não? Humm! Fica pá próxima!

Enfim, chego à conclusão que tudo aquilo que chega ao fim não é definitivamente mau, e que por si só, traz recordações incríveis e lições pra que quando se jogue a bola se tenha a certeza que os pinos caem todos.
Ninguém percebeu? Deixem lá, eu tb não. Nem isso, nem o facto de a porra do tram acabar à meia noite!

Pela primeira vez desde puto (e aqui vai uma confissão) que não estou a contar as horas pró minuto que é aquele que posso dizer só meu.
Talvez, diriam alguns, que raio de besta esse minuto criou à uns anos atrás, diriam outros, ai que coisa gostosa, e ainda, dass, mundo, mundo com ele! LOLOL
Divagações de uma mente lavada, talvez de uma consciência renovada ou quiçá, de algo diferente.

Confesso que ao lado de Fernando Pessoa, era (esperem um cadinho), sim, com toda a certeza, era visivelmente um franco competidor, não com os seus versos mas talvez com os seus heteronimos ou la a merda que lhe chamam!

Atingi o meu objectivo, FINALMENTE, e consegui enviar uma mensagem, integralmente escrita em francês, para a directora do serviço, com a qual nunca me encontrei até ao dia de hoje, a pedir desculpa por não ir ao estágio, mas como chovia muito e não havia tram, não queria ir a pé, porque além de muito longe (cerca de 1,5Km, talvez 2, quer dizer a mim parecem-me mil), estava a chover muito e não tinha guarda chuva. Parece muito fácil de dizer mas tentem escrever isso em francês, de forma a que ela não vos mande foder como me mandou a mim, e enviem-me pa eu lhe enviar a ela na próxima sexta dia 14.

MÃE, obrigada por me lavares a roupa, esta porra é difícil pa caralho! Sim, lavar três pares de calças (depois de irem à máquina) e 10 t-shirt's, não é coisa fácil. Mas MÃE, não te preocupes, fiz uma promessa a mim mesmo que foi a primeira e última vez que o fiz. Não te preocupes que não vai haver competição lá em casa.

PAI, pah, não sei, istu tá difícil de escolher uma boa garrafa de vinho pra ti. Cada vez que escolho um vinho trago duas garrafas, a primeira pra provar e a segunda pa se for bom levar pa ti. Dois problemas PAI, um: todos os que comprei eram espectacularmente bons; dois, que sem dúvida é causado pelo primeiro, são vinhos tão bons que depois de beber a primeira nunca resisto a beber a segunda. Desculpa, foi por isso que em puto não comia tantos chocolates, tava a poupar para agora.

IRMÃ, sei lá, chavala com as hormonas aos pinxos e eu que a ature. Bem, já sabes como e, enquanto fizeres as coisas com tino, tudo bem, quando fizeres merda, já sabes, ponho-te a coser as minhas meias. Bem, irmã, pa ti eram umas sapatilhas da LeCoc Sportif, pois, humm, tá manhoso, pk agora chove muito e tal, pah, humm, pronto, eu digo a verdade, sou um preguiçoso de primeira e não me apetece mexer o cú pa ir a loja, pk nem sei se já abriu. Mas pronto, eu entretanto vou gastando dinheiro em prendas pra mim. Beijo

E finalmente, AMIGOS, aqueles que realmente o são, pah, não falta muito pa eu voltar, podem começar a comprar as balas e os chumbos e por aí fora. Eu prometo que n levo colete salva vidas. Pós pilas, levo na mala umas quantas coisas boas, pás pitas levo comigo mesmo. Pronto, não é chantagem. Agora a sério, tenhu saudades vossas e das pequenas coisas que por vezes fazemos que são aquilo que preenche o passado e dá vontade de vos ter pelo futuro. Tenhu saudades, muitas. Beijos pa vocês.

De restu, resta-me desejar até logo, talvez ainda venha fazer um último post aqui pelas terras de FRANCIA, mas de kk forma o de sempre, um abraço, um queijo, uma finlandesa e SUPER BOCK! BEIJOS.......

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Que te lo cuente el portugués...CHEEEEEEEEECHU!!!!!!


Ora bons dias e boas tardes! Como é? Ça va?


Vou começar por istu e mais tarde explico.

A vida é como uma pila:
Quando está murcha, de pouco vale;
Quando está dura, fode-nos.


LOL. Extremamente verdade aqui este pequeno encanto que encontrei nas minhas longas leituras. Tou na tanga, não leiio absolutamente nada, não dá.
Passo a explicar, aqui a vida por BORDEAUX, vai indo e pós dia 17, quando por tal data prometi escrever no dia seguinte, ora que me surge uma ideia: E que tal cagar numa semana de aulas e ir a POZNAN ter com o meu BINOMIO? Sei agora que foi a melhor coisa que fiz e também a mais louca. Por entre aviões, comboios, taxis, autocarros, metros, polacos e uma coisa extremamente pesada que era a minha mochila com duas t-shirt's e dois pares de calças, lá chego lá onde, sem dúvida, passei dos 3 dias mais porreiros, bebedos, alucinantes da minha vida, juntamente com o meu BINOMIO.


Incrivelmente, volvido a BORDEAUX, eis que entro em contacto com os espenóis que têm sido os meus companheiros das imensas farras, todos os dias, aqui. Desde então, e por isso peço desculpa, nunca mais tive tempo, quiçá estado de consciência pra escrever nada!


CHECHU, é um artista todo pintarolas, espanhol de gema, que a unica coisa que sabe dizer em português é: "PORTUGUÉS, vaia cu caralio que no lo intiendo nada que ablas!", istu pk acordei-o a meio dum serviço nocturno, ou melhor, acordaram-no e passaram-me o telefone, o que sinceramente foi má ideia, vistu o meu estado de infecção alcoolica e altas temperaturas do reactor central, o que conjuntamente com um par das mais belas vielas, embrulhadas num material, daquele que só mesmo pras grandes máquinas é que se usa, deu merda, pk comecei a disaratar com ele em tuga e quase matei o CHECHU de susto.


Volvido istu, passo a explicar o inicio deste meu, sem fazer nenhum que tou a ter agora. A explicação mais coerente que consegui arranjar pro facto de ter adorado aquele pequeno e belo verso, penso eu, é que agora, agora que as coisas estavam a começar a ficar pra lá do impensável e inesquecível, eis que me encontro a precisamente, 18 dias da minha retour a portugal. Não que não tenha saudades, mas sim pk agora, todas aquelas vezes que, como comentava o senhor LOBÃO, escrevia aquelas setas envenenadas da noite no dia e certezas das incertezas e fogo de gelo e por aí fora, sinto que agora se deu a reviravolta. Pk n ficar? Pk voltar, quando o teu dia é uma paz e sossego, a tua noite é sempre uma aventura diferente por entre as imensas coisas estranhas que te acontecem? Certo que tenhu saudades, e agora mais que nunca quando se aproxima o dia em que, independentemente de tudo, é sempre o dia mais louco da minha vida, o meu aniversário, penso que gostaria de ter aqui a meu lado alguns. Foi e sei que estes últimos dias também serão bons dias, e que por muito que tenha alimentado a esperança de alguém, fosse quem fosse, viesse cá, vou aproveitar como se do último dia se tratasse.


Ainda assim, após tanto tempo me continuo a espantar com as coincidencias do acaso, vistu que por vezes ainda há partes estupidas deste meu cérebro, quiçá cansado de tanta farra, que se deixam abalar por certos acontecimentos marcantes dessa vida do porto. É tudo simples, menos quando existem aqueles momentos, aqueles momentos que me gostaria de conseguir transportar momentaneamente para aí, mas que infelizmente é impossível.


À parte disso, estou a evoluir a olhos vistos no que toca a ter a casa à homem, vistu que istu aqui parece mais o vietname que outra coisa. N dá, não se pode ter tempo pra tudo, 3 tardes por semana de estágio mata um gajo.


Sem querer massar muito quem por aqui se lembra de passar, deixo aqui uma foto que me foi enviada da qual tenhu alguns lapsos de localização espaço-temporal, mas que concerteza terá sido um, senão bom, engraçado momento.


E como dizem nuestros hermanos, "Un polvo nunca sale gratis!", também esta estadia por estas andanças n sai muito gratis. Definitivamente gratificante por uns lados, extremamente dolorosa por outros, mas que sem duvida deixam uma marca eterna e que para mim, especialmente, me fez ver o mundo de pernas pro ar, e encontrar uma vida para eu viver da forma que ela tem de ser vivida.


Agora sim, sei quem tá na prateleira e quem tem de ir pro caixote nos arrumos. LOL, vou ter que comprar um armazém.


Espero que teja tudo muito bem, vou ver quando me lmebro de voltar a vir aqui dizer mais merdices e de restu, até 2008 em principio.


Beijo grande pa todos aqueles que sentem tanto a minha falta como sinto a deles, em especial para aqueles que me vão acompanhando nestas minhas aventuras num país que certamente, se algum dia tiver dinheiro, compro e faço dele um lago! EHEHEH


AU REVOIR, MERCI BEAUCOUP, BON JOURNÉE!!